segunda-feira, 20 de junho de 2011

Dor da alma

A alma sangra, a alma chora sem ter um porquê.
A dor física é algo absurdo, mas a dor da alma...Ah, esta é incomparável.
As vidas passam, o amor encontrado é perdido e encontrado mais uma vez, fazendo a roda da vida girar.
Almas irmãs vazias, cada uma em seu canto fazem a mesma oração.
Seguem o mesmo sonho, porém em estradas paralelas.
E assim a vida segue, entre erros e acertos.
Alegrias e tristezas, num balé sem fim.
Mas, algo incomoda, existe um vazio constante.
Não é falta de amor, não é falta de fé.
É algo mais profundo, mais antigo...
O vazio machuca e nada o preenche.
Só outra alma saída do mesmo barro, só a pessoa marcada para ser sua, só sua alma irmã poderá preencher.
Só assim as palavras serão desnecessárias.
O silêncio será de paz.
E o amor será pleno...
Ai de mim, ai de ti se este amor for descoberto e não vivido, ai da alma, da dor constante, do vazio pulsante...
Mas não desista, lute! Busque seu amor.
Seja bênção, seja luz.
Cultive suas rosas e seja feliz!

Este texto pertence a Roberta de Souza. Qualquer reprodução, sem prévia autorização está proibida.
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