quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sim. Eu aceito.

Em uma esquina da vida, em uma comemoração anual, te vi parado ali, sem rumo, sem foco, apenas observando.
Nossos olhos se cruzaram e foi aí que tudo mudou.
Num lugar invisível, minha vida deu um salto, mudou, se transformou e eu inocente, segui em frente.
Eu estava marcada para ser sua e nem imaginava.
Tentei seguir adiante, mas algo me chamava de volta.
Não conseguia parar de pensar em seu olhar, nas ondas de arrepios que cruzaram meu corpo quando nos olhamos.
Voltei. Fui até você. Como um ímã invisível você me chamava e eu respondi.
A vontade, o desejo, o sentimento foi imediato.
Mesmo lutando contra, eu não consegui ficar longe. E você, por mais que quisesse, nunca conseguiria também.
Mergulhei em seus olhos, sem conseguir me segurar ou pensar. 
Reconhecimento perfeito. Adaptação perfeita. Amor à primeira vista, ao primeiro toque, ao primeiro beijo.
Almas distintas, vidas tão diferentes, mas um único desejo, um único sentimento.
Conheci teu corpo agora, mas sempre conheci tua alma.
Assim somos nós, assim é o nosso amor e assim será sempre o nosso futuro.
Não planejei, mas te encontrei.
Não desejei, não pedi, mas Deus me deu você.
Então abro meus braços e te aceito. 
Te aceito do jeito que é, da forma que for.
Sua alma, seu corpo, seu ardor.
Aceito seu olhar de adoração.
Seu abraço forte.
Seu calor.
Sua presença, tão natural, como se você sempre estivesse aqui.
Te aceito sem preconceito, sem medos e sem dúvidas.
Com todo amor que há em mim.
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