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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Nova modalidade da internet: Tia virtual

Oi queridos.
A internet é algo incrível mesmo. A blogsfera então, nem se fala...
Tenho uma amiga virtual, blogueira, que mora em Sampa, bem longe de mim, que eu nunca vi pessoalmente, nunca conversei por telefone, mas que eu amo com todo o meu coração. O nome dela é Elaine Cunha do Blog Caminhando e Contando, conhece?
Pois então. A Elaine é o tipo de pessoa difícil de encontrar nesse nosso mundo louco. É uma menina doce, meiga, super amável e querida. Ela é contadora de histórias e sua felicidade é contar histórias para crianças hospitalizadas. Lindo né?
Mas agora ela e seu marido terão um novo e lindo caminho pela frente, eles terão um bebê! 
Acompanhei bem de perto o desejo da Elaine de engravidar, suas dúvidas, seus medos. Tive a honra de ser uma das primeiras pessoas a saber que ela havia conseguido.
Fiquei tão feliz. Tão feliz. Por tudo que conversamos, pelos anseios e dúvidas que compartilhamos, me senti realmente tia deste bebê.
E sabe de uma coisa? Posso não ter o sangue dos pais, posso nem vir a conhecer pessoalmente este lindo anjo que chegará, mas eu sou sim, tia virtual desse pequeno, ora se sou...

Amiga, eu só posso desejar tudo de mais lindo nessa nova etapa da sua vida. Só posso desejar mil felicidades a você e ao Ivan. Parabéns pelo lindo anjo que tá chegando. Minha felicidade é tanta por sua conquista, que é como se fosse também um pouco minha, mesmo estando longe. 
Então receba este post como um enorme abraço. Sempre te admirei, você sabe que te acho uma pessoa linda, iluminada, um anjo de Deus. Como acho que o Ivan também é. Vocês são um modelo lindo de que o amor ainda pode existir, ser verdadeiro e lindo, nesses dias loucos e errados que vivemos.
Parabéns querida. Pode ter certeza que sempre estarei aqui, à postos pro que der e vier. Conte sempre comigo.

Apresento a vocês, meu sobrinho: O bebê:

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Minha maior dor, meu maior sonho

Todos nós temos sonhos, desejos, anseios, e dores por alguns sonhos não realizados...
Faz parte da vida de todo ser humano.
É claro que comigo não é diferente.
Tudo bem, eu busco meu crescimento espiritual, busco sempre ser um ser humano melhor, viver em paz e não me deixar abater pelas adversidades da vida.
Acho que estou me saindo bem...
Hoje com 30 anos, olho para trás e vejo que estou conseguindo algumas boas e gratificantes vitórias.
Mas eu tenho meu calcanhar de Aquiles, tenho sim...
Minha família é enorme e linda.
Bebês nascem a todo momento (olha o exagero), mas praticamente de dois em dois anos, temos um baby novo para alegrar nossas festas.
Só dos meus irmãos são 6. Seis pequenos lindos e levados! Amo cada um, cuidei e cuido sempre que posso, de todos eles, tento passar bons valores, converso com as meninas mais velhas, que estão ficando mocinhas, estimulo a leitura, com todo amor de uma tia louca por eles.
Mas eu não tenho um filho...
Sempre quis ser mãe. Acho que se eu fosse doidinha teria tentado ter um filho desde os 18 anos (mas ainda bem que não sou né? rs)
Amo crianças, amo bebês. Mas Deus não me deu o meu ainda...
Quando eu estava casada tentei ser mãe, mas não aconteceu. Busquei porquês, mas o casamento acabou e eu não segui adiante.
Não sei se um dia serei mãe, muita gente diz: Deus sabe o que faz.
Ok. Concordo.
Mas, meu maior sonho e minha maior dor é não ser mãe.
Não ter um bebê gerado e amado por mim. Não sentir as dores de parto, não ficar acordada nas madrugadas, não ouvir uma voz doce e falha chamando mamãe... essas coisas...
Não sei se hoje estou sentimental demais, ou se é porque cheguei aos 30 e preciso recomeçar...
Só sei que agora meu peito aperta pelo ventre vazio. Pela falta que me faz um ser que não existe.
Vejo as notícias de mães que maltratam seus filhos, dos bebês abandonados como lixo e  pergunto a Deus Ei, o Senhor sabe realmente o que faz? 

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A incrível arte de ser mãe

Que a maternidade é algo sublime, mágico, perfeito, todos sabem.
Cantada em prosa e verso. Tema de livros, filmes, músicas e peças teatrais, a maternidade é dissecada e desmembrada por todos os lados.

Nos dias atuais sentimos uma pequena diferença, mas uma diferença de porte. A arte de ser mãe está ficando no passado, como muitas das artes ocultas femininas. Perdidas entre a carreira e a luta pelo espaço em uma sociedade machista, paternalista e cinza.

O curioso é o movimento contário que tem levado os pais a se tornarem "mães".

Educar com liberdade não é deixar o filho livre, sem rédeas para fazer o que quiser e se tornar um delinquente que estoura uma lâmpada na cara de outro rapaz, nas madrugadas da vida. Cada vez que estas atrocidades acontecem, me estarreço ao perceber a idiotice completa dos pais destes delinquentes que tentam, com justificativas infundadas, minimizar o comportamento de seus jovens filhos. O que eles parecem não perceber é que, este mesmo filho que não respeita o próximo, pode não respeitá-lo e, um belo dia, tascar outra lâmpada, mas agora na cara dos próprios pais.

A arte de ser mãe, é mais do que dar a luz, é ser inteira ao filho, é dar-se incondicionalmente, é ser guerreira e ser armar para que sua cria chegue onde precisa chegar. É educá-lo para que ele seja sempre melhor, mais educado e mais "ser humano" do que nós, os pais, somos.

Meus exemplos familiares maternos são muitos, existem bons e maus exemplos. Tenho muitas tias, meu núcleo sempre foi matriarcal, muitas primas e uma irmã. Não tenho filhos, nem sei se terei (mas esse capítulo doloroso fica para outro post), mas meus irmãos têm filhos e ainda tenho primos pequenos. Sou a quarta mais velha de 16 netos. Ajudei a criar os menores, e procuro estar presente na criação de meus sobrinhos e afilhados. Não é fácil. Moldar seres humanos, que a cada dia, parece que já nasce com personalidade formada, não é fácil mesmo. Mas como diz uma amiga minha não podemos esmorecer, nunca!

O gostoso desta maravilhosa arte está também nas pequenas coisas... Sempre que quero modificar o cardápio em casa, agradar o maridex, corro até mamis... Ela sempre vem com mensagens incríveis! Olha só o e-mail que me mandou com uma receita que amo! Preste atenção no final da mensagem. Isso é um bom exemplo do que é SER mãe (aproveita e anota a receita, porque é muito boa!):

Torta de Sardinha ou Bolo Salgado, como preferir.

2 xícaras de farinha de trigo
3 ovos
2 xícaras de leite (já fiz com água, por causa de Geraldo - Pausa! Este é meu cunhado, que tem intolerância a leite - , e deu certo)
1/2 xícara de óleo
sal
3 colheres de sopa de queijo ralado
1 colher de sopa de fermento

Recheio ou cobertura: sardinha em lata ou atum, tomate, ovo cozido, azeitona, palmito
ou o que você tiver, pode ser a seu gosto.
Pode também usar frango no lugar da sardinha.


Bata todos os ingredientes no liquidificador, coloque em assadeira untada, e coque por cima o que você escolher.

DUVIDA????? Ligue mamãe!
Bjs.